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Calculadora de Juros Compostos

Descubra quanto o seu dinheiro rende ao longo do tempo com aportes mensais, mês a mês.

Sua simulação

Quanto você pretende investir todo mês.

Quanto o aporte sobe a cada 12 meses, para acompanhar a inflação ou o aumento da renda. Deixe em 0 para manter o aporte fixo.

Taxas anuais são convertidas pela equivalência composta.

Periodicidade da taxa
Unidade do período

Resultado

Valor final

R$ 102.525,67

Valor bruto, sem desconto de impostos.

Total investido

R$ 61.000,00

Valor inicial mais todos os aportes.

Total em juros

R$ 41.525,67

40,5% do valor final.

Evolução do patrimônio

Total investidoJuros acumulados

Mês a mês

Detalhamento da tabela
Evolução do investimento: valor investido, juros e saldo acumulado por período.
MêsInvestidoJurosSaldo
0R$ 1.000,00R$ 0,00R$ 1.000,00
12R$ 7.000,00R$ 370,27R$ 7.370,27
24R$ 13.000,00R$ 1.377,56R$ 14.377,56
36R$ 19.000,00R$ 3.085,59R$ 22.085,59
48R$ 25.000,00R$ 5.564,42R$ 30.564,42
60R$ 31.000,00R$ 8.891,13R$ 39.891,13
72R$ 37.000,00R$ 13.150,51R$ 50.150,51
84R$ 43.000,00R$ 18.435,82R$ 61.435,82
96R$ 49.000,00R$ 24.849,68R$ 73.849,68
108R$ 55.000,00R$ 32.504,91R$ 87.504,91
120R$ 61.000,00R$ 41.525,67R$ 102.525,67

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Como funcionam os juros compostos

Juros compostos são os juros que rendem sobre os juros. No primeiro mês, o rendimento incide apenas sobre o que você aplicou. No segundo, incide sobre o valor aplicado mais o rendimento do primeiro mês — e assim por diante. É por isso que o gráfico de um investimento de longo prazo não é uma reta: ele acelera.

Nos primeiros anos, quase todo o crescimento do patrimônio vem dos seus aportes. Depois de um tempo, a parcela de juros ultrapassa a parcela investida, e o dinheiro passa a trabalhar mais do que você. A tabela mês a mês desta calculadora mostra exatamente em que mês essa virada acontece na sua simulação.

A fórmula usada

O cálculo é feito mês a mês: o saldo rende a taxa do período e, ao fim de cada mês, o aporte é somado. Em fórmula fechada, o resultado equivale a M = C × (1 + i)^n + A × [((1 + i)^n − 1) ÷ i], onde C é o valor inicial, A é o aporte mensal, i é a taxa mensal e n é o número de meses.

Quando você informa uma taxa anual, ela é convertida para a mensal equivalente por (1 + taxa anual)^(1/12) − 1, e não por uma simples divisão por 12. A divisão por 12 produz a chamada taxa nominal, que superestima o rendimento — 12% ao ano equivalem a 0,9489% ao mês, não a 1%.

Erros comuns ao simular

Usar rentabilidade passada como se fosse garantida. Um fundo que rendeu 15% no ano passado não rende 15% todo ano. Para prazos longos, simule com uma taxa conservadora e compare os cenários.

Ignorar a inflação. Um patrimônio de R$ 1 milhão daqui a 30 anos não compra o que R$ 1 milhão compra hoje. Se quiser raciocinar em poder de compra, use a taxa real — o rendimento acima da inflação — em vez da taxa nominal.

Esquecer imposto de renda e taxas. Em renda fixa tributada, o IR incide sobre o rendimento na hora do resgate, com alíquota entre 22,5% e 15% conforme o prazo. A simulação aqui é bruta: o valor final ainda não desconta impostos.

Congelar o aporte por décadas. Guardar os mesmos R$ 500 por mês em 2026 e em 2046 significa poupar cada vez menos em poder de compra. O campo de reajuste anual do aporte corrige isso: o valor sobe a cada 12 meses pelo percentual informado, e a tabela mostra em que mês cada reajuste entra.

Perguntas frequentes

Qual a diferença entre juros simples e juros compostos?

Nos juros simples, o rendimento incide sempre sobre o valor inicial, então o crescimento é linear. Nos juros compostos, o rendimento incide sobre o saldo acumulado, incluindo os juros já recebidos, e o crescimento é exponencial. Praticamente todos os investimentos e financiamentos no Brasil usam juros compostos.

Como converter uma taxa anual em taxa mensal?

Use a equivalência composta: taxa mensal = (1 + taxa anual)^(1/12) − 1. Por exemplo, 12% ao ano equivalem a 0,9489% ao mês. Dividir 12% por 12 daria 1% ao mês, o que corresponde a 12,68% ao ano — resultado diferente e maior.

O aporte é somado no começo ou no fim do mês?

Nesta calculadora o aporte entra no fim de cada mês, que é a convenção mais comum e a mais conservadora: o valor depositado só começa a render no mês seguinte.

Dá para simular um aporte que aumenta todo ano?

Dá. Informe quanto o aporte sobe por ano no campo de reajuste anual: com 10% ao ano, um aporte de R$ 1.000 vira R$ 1.100 a partir do mês 13 e R$ 1.210 a partir do mês 25. O reajuste sempre cai no aniversário da simulação, e a tabela marca as linhas em que ele entra, ao lado do aporte de cada período.

O resultado já considera imposto de renda?

Não. O valor exibido é o rendimento bruto. Em investimentos tributados, como CDB e Tesouro Direto, o IR incide sobre o lucro no resgate, com alíquota de 22,5% até 180 dias e caindo até 15% acima de 720 dias. LCI, LCA e poupança são isentos para pessoa física.

Posso usar a calculadora para simular a poupança?

Pode. Basta informar a taxa da poupança no campo de juros. Com a Selic acima de 8,5% ao ano, a poupança rende 0,5% ao mês mais TR; abaixo disso, rende 70% da Selic mais TR.

Simulação gerada em https://calculadora.agenciaf12.com.br/calculadoras/juros-compostos — Agência F12. Os valores seguem as premissas informadas por quem fez a simulação e têm caráter educativo; não são recomendação de investimento.